Um creator. Um vídeo. A escolha levou semanas: linguagem, estética e audiência tinham que bater com a marca antes de qualquer briefing. Quando bate, um post sozinho move o caixa.
O método que roda para marcas nos EUA e na Europa, agora no Brasil.
Você já ouviu mil vezes que a sua marca precisa estar com creators. Talvez já tenha tentado: enviou produto, fechou uma ou outra parceria, o creator postou e... não veio venda nenhuma. Ou talvez nem tenha começado, travada no medo de escolher a pessoa errada e queimar verba.
Na maioria das vezes o creator estava certo. A ordem das coisas é que estava errada.O que falta é método. Creator sem estratégia vira custo: um post bonito, um pico de likes, nada no caixa. Dentro de um método, o mesmo creator vira o canal mais previsível que a marca tem.
Foi para isso que montamos o Método PRISMA. Ele já roda em campanha, todo dia, com verba de cliente em cima.
Um creator. Um vídeo. A escolha levou semanas: linguagem, estética e audiência tinham que bater com a marca antes de qualquer briefing. Quando bate, um post sozinho move o caixa.
Pegamos o conteúdo que já performava no orgânico e colocamos para rodar como anúncio de parceria, no público certo. Quatro reais de volta para cada um investido. O rosto do creator fez o anúncio parar de parecer anúncio.
Cannes, GP de Mônaco, Fórmula 1. Nesses lugares a marca não compra espaço, ela precisa pertencer. O trabalho foi escolher quem já pertencia e deixar a marca aparecer junto.
Para a SCRL montamos uma rede rodando em cadência diária. Nenhum vídeo estourou. O que mudou foi a marca aparecer todo dia, em 12 países, por dois meses seguidos.
A sua marca pode ser excelente. Mas, com creators, o que se vê quase sempre é isto aqui.
Cada linha abaixo é verba saindo, semanas antes de alguém conseguir medir.
O PRISMA refrata a sua marca na ordem certa: estratégia, creators, conteúdo, mídia, conversão. Dados em cima de tudo.
Antes de qualquer creator: o que a marca promete, para quem, e qual número a campanha precisa mover. Influência amplifica o que já existe. Se a oferta não converte, ela amplifica o problema.
Um creator alinhado vale mais que dez grandes desalinhados. A curadoria olha audiência real, estética, linguagem e valores, do nano ao macro, e cada perfil é validado antes de virar proposta. No fim você tem uma rede para ativar o ano inteiro.
Cada parceria vira conteúdo com narrativa e CTA, e entra num acervo de UGC organizado. O mesmo vídeo trabalha no feed, na página de produto e no anúncio.
A peça que já provou no orgânico entra em mídia paga como anúncio de parceria, no perfil do creator. Alcance qualificado com custo previsível, sem depender do algoritmo repetir o acerto.
Atenção que não vira venda é desperdício. Arrumamos o caminho do clique até a compra: oferta, CTA, página e atendimento falando a mesma língua do conteúdo. Mais venda com a mesma verba.
Sem números claros, a marca decide no feeling. Montamos um painel enxuto e uma rotina de leitura por ciclo, com o impacto em alcance, engajamento e venda lado a lado.
Cada um deles passou por curadoria, negociação e aprovação do cliente antes de gravar. Do nano ao macro.
[ Creators aprovados pelo cliente em campanhas de 2026 · foto e @ públicos do Instagram ]
As duas começam igual: uma marca boa e um orçamento. O que muda é a ordem das decisões.
Você mostra o que já tentou com creators e o que precisa vender. A gente diz onde mexeria primeiro e se faz sentido rodar junto.
As que mais aparecem antes da primeira call.